INFORMAÇÕES ÚTEIS

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Sigilo Profissional:

A orientação psicológica on-line foi regulamentada pelo Conselho Federal de Psicologia, está de acordo com o Código de Ética Profissional do Psicólogo. Todo psicólogo deve seguir o Código de Ética da Profissão independente de onde trabalhe (consultório, clínica, escola, hospitais, empresas e isso também vale para o atendimento on-line).

Código de Ética do Psicólogo:

“Art. 9º – É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional, a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a intimidade das pessoas, grupos ou organizações a que tenha acesso no exercício profissional”.

Normas de Segurança:

Para maior tranquilidade do cliente ao usufruir de um Atendimento On-line e minimizar os riscos de exposição; deve- se observar algumas dicas de segurança:

– Utilize apenas o seu computador pessoal.
– Participe das sessões somente em local seguro, que garanta conforto e livre manifestação, de forma que não seja interrompido.
– Mantenha sempre atualizados os softwares e antivírus do seu computador pessoal.
– Evite o uso de computadores públicos e, locais como cybercafé, faculdade, trabalho e lan house.
– Utilize somente a utilizar as ferramentas tecnológicas necessárias ao desenvolvimento dos atendimentos.

Todas as informações obtidas no Atendimento on-line serão de uso exclusivo da psicóloga responsável pelos serviços e pelo site www.celmareginapsi.com.br

Mesmo com todos esses cuidados, não podemos garantir plenamente o sigilo, em se tratando de um atendimento ligado à internet, que é um ambiente vulnerável, portanto, toda pessoa que dela faz uso está correndo o risco de ter sua privacidade invadida.

SERVIÇOS PSICOLÓGICOS AUTORIZADOS:

Conforme o artigo 1º. da nova resolução N° 11, de 11 de maio de 2018 são reconhecidos os seguintes serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos de comunicação.

Art. 2º São autorizadas a prestação dos seguintes serviços psicológicos realizados por meios tecnológicos da informação e comunicação, desde que não firam as disposições do Código de Ética Profissional da psicóloga e do psicólogo a esta Resolução:

I – As consultas e/ou atendimentos psicológicos de diferentes tipos de maneira síncrona ou assíncrona;

II – Os processos de Seleção de Pessoal;

III – Utilização de instrumentos psicológicos devidamente regulamentados por resolução pertinente, sendo que os testes psicológicos devem ter parecer favorável do Sistema de Avaliação de Instrumentos Psicológicos (SATEPSI), com padronização e normatização específica para tal finalidade.

IV – A supervisão técnica dos serviços prestados por psicólogas e psicólogos nos mais diversos contextos de atuação.

§ 1º Entende-se por consulta e/ou atendimentos psicológicos o conjunto sistemático de procedimentos, por meio da utilização de métodos e técnicas psicológicas do qual se presta um serviço nas diferentes áreas de atuação da Psicologia com vistas à avaliação, orientação e/ou intervenção em processos individuais e grupais.

§ 2º Em quaisquer modalidades desses serviços, a psicóloga e o psicólogo estarão obrigada(os) a especificarem quais são os recursos tecnológicos utilizados para garantir o sigilo das informações e esclarecer o cliente sobre isso.

Art. 3º A prestação de serviços psicológicos referentes a esta Resolução está condicionada à realização de um cadastro prévio junto ao Conselho Regional de Psicologia e sua autorização.

§ 1º Os critérios de autorização serão disciplinados pelos Conselhos Regionais de Psicologia (CRPs), considerando os fatores éticos, técnicos e administrativos sobre a adequabilidade do serviço.

§ 2º O profissional deverá manter o cadastro atualizado anualmente sob pena de o cadastro ser considerado irregular, podendo a autorização da prestação do serviço ser suspensa.

Art. 4º O profissional que mantiver serviços psicológicos por meios tecnológicos de comunicação a distância, sem o cadastramento no Conselho Regional de Psicologia, cometerá falta disciplinar.

Art. 5º O atendimento de crianças e adolescentes ocorrerá na forma desta Resolução, com o consentimento expresso de ao menos um dos responsáveis legais e mediante avaliação de viabilidade técnica por parte da psicóloga e do psicólogo para a realização desse tipo de serviço.

Art. 6º O atendimento de pessoas e grupos em situação de urgência e emergência pelos meios de tecnologia e informação previstos nesta Resolução é inadequado, devendo a prestação desse tipo de serviço ser executado por profissionais e equipes de forma presencial.

Parágrafo único. O atendimento psicológico citado neste artigo poderá ocorrer pelos meios de tecnologia e informação previstos nesta Resolução, de forma a fornecer suporte técnico às equipes presenciais de atendimento e respeitando a legislação em vigência.

Art. 7º O atendimento de pessoas e grupos em situação de emergência e desastres pelos meios de tecnologia e informação previstos nesta Resolução é vedado, devendo a prestação desse tipo de serviço ser executado por profissionais e equipes de forma presencial.

Art. 8º É vedado o atendimento de pessoas e grupos em situação de violação de direitos ou de violência, pelos meios de tecnologia e informação previstos nesta Resolução, devendo a prestação desse tipo de serviço ser executado por profissionais e equipes de forma presencial.

Art. 9º A prestação de serviços psicológicos, por meio de tecnologias de informação e comunicação, deverá respeitar as especificidades e adequação dos métodos e instrumentos utilizados em relação às pessoas com deficiência na forma da legislação vigente.

 www.celmareginapsi.com.br